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domingo, 27 de dezembro de 2009

ARCELINO COSTA LEITÃO


Era natural de São Sebastião do Umbuzeiro, auto sertão da Paraíba. Chegou na cidade de Assu como gerente da antiga Lojas Paulista, que depois passou a ser denominada Casas Pernambucanas (do grupo Ludgreen tecidos). Tempos depois foi secretário de João Câmara, dirigindo a firma algodoeira João Câmara & Irmãos, estabelecida a rua hoje denominada Senador João Câmara, onde atualmente está assentado alguns prédios comerciais do senhor Sebastião Diógenes, entre as ruas professor Alfredo Simonette e Sinhazinha Wanderley. Vaidoso ao extremo, cheio do dinheiro, foi convidado por Edgard Montenegro para ser o seu vice, nas eleições de 21 de março de 1948. Pois bem, Dr. Pedro Amorim que já teria sido intendente, prefeito do Assu, deputado e presidente da Assembléia Estadual Constituinte, já morando em Natal, mas ainda com muita influência nas decisões políticas do Assu, vetou o nome de Costa em solidariedade a um amigo que tinha perdido sua mulher que fugiu com ele para viverem um caso de amor, em Fortaleza. Costa tratou logo de se aproximar do deputado Olavo Montenegro e saiu candidato a prefeito pelo PSD, ganhando a eleição de 5 de janeiro de 1958 , juntamente com o deu companheiro de chapa o senhor PEDRO BORGES DE ANDRADE para Edgard e Sandoval Martins, da UDN, tirando o sonho de Edgard de voltar pela segunda vez a governar a sua terra natal.
Costa na década de trinta foi presidente do Fortaleza Futebol Clube. A sua fotografia está estampada na galeria dos ex-presidentes daquele clube cearense. Ainda no Assu, Costa foi comerciante no ramo de confecções, estabelecido na Rua São João, centro daquela terra assuense.
assuense.
Nas eleições de 1968, foi candidato novamente a prefeito pela ARENA, contra João Batista Lacerda Montenegro que ganhou a eleição por apenas 26 votos de maioria que tirou também o sonho de Costa de governar o Assu, pela segunda vez. A fotografia acima é a mesma que ele usou na sua propaganda eleitoral, usando apenas a seguinte escrição: "É o Nêgo", como era chamado carinhosamente pelos seus correligionários.
Mais sobre aquela figura que modernizou e inovou o Assu, você pode encontrar neste blog (postagens antigas) para melhor conhecimento do que representou Costa Leitão para a Terra dos Poetas e dos Verdes carnaubais, que ele tanto amou. Morreu no Assu no começo da década de setenta (naquela época dirigia o escritório local da COSERN), onde está sepultado. Morreu pobre, amargando um ostracismo numa demonstração clara que a História sempre se repete!

Em tempo: Penso eu, que foi Costa Leitão quem inventou showmício em campanhas políticas, pois já naquela época (1958) teria trazido Luiz Gonzaga (O Rei do Baião) com quem tinha o prazer de gosar da sua amizade, para se apresentar na praça pública do Assu, em certa concentração pública de sua campanha.

FONTE - BLOG DO ROMILDO QUEIROZ E LINK ASSU

sábado, 26 de dezembro de 2009

RAIMUNDO NONATO DA SILVA

Nasceu em Martins/RN, em 18 de agosto de 1907, num dia de segunda-feira, sendo filho do casal lavrador João Cardoso da Silva e Ana de Lima e Silva. Desde muito cedo começou a trabalhar com os pais na lida do campo. Segundo seu depoimento: "A bem dizer, não cheguei a ter infância, nem conheci a mocidade, pois mal abri os olhos para o mundo, fui logo atirado aos rudes afazeres do campo, no trato da terra, na vida solta, no meio agreste de uma natureza madrasta; a fome rodava por perto, era raro o dia em que o fogo via a panela".

Em 1919, aos 12 anos de idade, era tangido pela grande seca que assolava a região, descendo a amada Serra do Martins, percorrendo o mesmo caminho de Lampião, até chegar a Mossoró. A "cidade grande" o deslumbra, mas não tem tempo para brincadeiras. Inicia sua vida como engraxate, ocupando também outros subempregos como varredor de hotel, carregador de cadeiras ou qualquer outra ocupação que lhe rendesse algum dinheiro. Não sabia ler; e foi com muita dificuldade que iniciou os estudos das primeiras letras e noções gramaticais, indispensáveis às necessidades educacionais. Com a ajuda de Raimundo Reginaldo da Rocha ingressou na Escola Normal de Mossoró de onde saiu professor primário na sua segunda turma em 1925, já com dezoito anos de idade. Ingressou no magistério público como professor e diretor de Grupos Escolares em São Miguel, Serra Negra, Apodi e Natal, onde serviu adido à Secretaria de Educação do Estado.

Sua atuação, quando fixando residência em Mossoró, foi das mais proveitosas nos círculos educacionais, intelectuais e jornalísticos. Exerceu magistério secundário na Escola Normal, Colégio Diocesano Santa Luzia, no Sagrado Coração de Maria e na Escola Técnica de Comércio União Caixeiral. Foi colaborador da imprensa local, ora escrevendo artigos, comentários, ora versejando com sua revelação poética que somente mais tarde seria descoberta.

Formado em Direito pela Faculdade de Alagoas, ingressou no Ministério Público, sendo nomeado Juiz de Direito da Comarca de Apodi, em cuja função se aposentou. Em 1962 foi morar no Rio de Janeiro, mas nunca esqueceu a sua terra adotiva. Sempre que podia, voltava a Mossoró para encontrar os amigos e rever a cidade, principalmente nas festas de 30 de setembro, que é a maior festa cívica de Mossoró. Além de professor, magistrado e jornalista, tornou-se cronista, historiador, escritor e poeta, possuindo uma bagagem literária que o fez um dos grandes da literatura potiguar.

Quando questionado de como tinha se tornado escritor, respondeu:

" - Desde o tempo de estudante que eu frequentava umas pequenas tipografias. Eu vivia lá por dentro e rascunhava umas cronicazinhas e depois uns jornalzinhos de festas, levando pancada e bengalada , porque a gente bolia com os namoros, depois dentro do próprio O Mossoroense com outro jornalzinho, depois dentro do Correio do Povo, com jornal mais sério, "O Correio Festivo", com o Américo de Oliveira Costa, onde nós fomos ameaçados de umas pauladas, por termos bolido com o namoro de alguém e o Américo foi procurar o juiz para garantir. De forma que vem desse tempo o começo. O livro, cronicazinha, livro mesmo sério, eu publiquei o meu. Sério é a forma de dizer quando publiquei o "Quarteirão da Fome".

Raimundo Nonato era membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, da Academia Norte-rio-grandense de Letras, Federação das Academias de Letras do Brasil, Instituto Genealógico Brasileiro de São Paulo, Associação Brasileira de Escritores, Sindicado dos Advogados do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, Associação dos Professores do Rio Grande do Norte, Associação Brasileira de Imprensa, Sindicado dos Jornalistas Liberais da Guanabara, Sociedade Brasileira de Folclore de Natal e Instituto Cultural do Oeste Potiguar de Mossoró. Deixou mais de oitenta livros publicados de fundo literário, histórico e biográfico.

Morreu no Rio de Janeiro em 22 de agosto de 1993, quatro dias após seu aniversário de 86 anos de idade. Num artigo publicado em 30 de setembro daquele ano, intitulado "Bilhete a Nonato", o historiador Raimundo Soares de Brito se despede do amigo dizendo: "Enquanto houver um 30 de setembro, você estará aqui conosco marcando presença em espírito na memória dos seus amigos que são inumeráveis. Ficará para sempre porque você deixou o seu nome indelevelmente gravado nas pedras das ruas de Mossoró. Nas pedras e nos corações dos habitantes dessa Mossoró que você tanto amou. Boa viagem, meu velho companheiro e até o próximo "trintão", se Deus quiser..."
FONTE - GERALDO MAIA, JORNAL O MOSSOROENSE (17/10/1872), EDIÇÃO DIA 27/12/2009

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

MARIA CAROLINA WANDERLEY CALDAS


MARIA CAROLINA WANDERLEY CALDAS, natural de Assu-RN, nascida a 30 de setembro de 1876, filha de do Dr. Luiz Carlos Lins Wanderley e Francisca Carolina Lins Caldas. Teve como pais adotivos, Francisco Justiniano Lins Caldas e Umbelina Augusta Wanderley Caldas. Revelou, logo cedo, talvez por uma herança atávica, acentuado pendor literário e grande vocação para o magistério, ensinando em sua própria residência sem auferir monetários. Em concurso realizado na Escola Normal de Natal, em 18 de agosto de 1911 foi aprovada com brilhantismo, sendo nomeada Professora do Grupo ESCOLAR Tenente Coronel José Correia, na sua terra natal, onde cerca de mais de quarenta anos, prestou à mocidade assuense inestimáveis benefícios de ordem moral e cultural, que ainda hoje são lembrados pelos seus numerosos discípulos. Com uma intuição segura na maneira de ensinar muito antes de serem seguidos nos nossos estabelecimentos oficiais, adotava os métodos modernos de hoje. Escrevendo peças teatrais, lições de moral e poesias adaptáveis à infância estudantil, tendo deixado inéditos, em prosa e em versos, palestras infantis e dramas escolares. Poetisa inspirada deixou, também, inéditos, os livros de versos: Trovas Infantis; Lira das Selvas e Musa Sertaneja. Muitos de seus trabalhos literários foram publicados nos jornais e revistas da época. Faleceu no dia 20 de setembro de 1954

PALMIRA WANDERLEY


Nasceu em Natal a 6 de agosto de 1894. De uma família de poetas e de intelectuais. Esposa do Dr. Raimundo de França. Palmira Wanderley e, ao lado do irmão Jayme e da prima Carolina, a continuação das tradicionais poéticas da família Wanderley. Faleceu em                Natal a  19 de novembro de 1978.

NESTOR DOS SANTOS LIMA

Natural de Assu, nascido a 1 de agosto de 1887, filho de Galdino Apolônio dos Santos Lima e Ana Souto Lima. Bacharel em direito, professor, advogado, presidente do IHGRN, diretor do Departamento de Educação, presidente do Conselho Penitenciário, professor de Faculdade de Direito, historiador. Com a sua progenitora fez os estudos primários. Já com inclinações para as letras, redatoriou em 1898 “A Luz”, jornalzinho literário e crítico. A esse tempo desaparecia o seu pai, tendo com a família, ido residir em Natal, tomando passagem no vapor “Uma” da Companhia Pernambucana no porto de Macau. Ali chegando a 5 de novembro de 1899. Terminando o primário, ingressou no Liceu Paraibano, tendo em 1904 concluído os preparatórios, matriculando-se, em seguida, em 1905, na Faculdade de Direito do Recife que lhe conferiu, a 16 de março de 1909, o grau de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Voltando ao seu Estado, em 1912, foi por concurso efetivado como professor da Escola Normal de Natal da Cadeira de Pedagogia, regendo, logo depois, a de Pedagogia regendo, logo depois, a de Pedagogia. Com encargo de Professor, acumulou a direção do referido educandário de 1911 a 1923, lecionando, também, Psicologia Infantil, de 1928 a 1934. Nomeado, pelos seus conhecimentos, seu apego aos assuntos educacionais, Diretor do Departamento de Educação do Estado, no desempenho dessa missão que foi de 1924 a 1929, as suas atividades foram dinâmicas, reformando o ensino primário no Estado, dando-lhes uma feição moderna, uma orientação mais consentânea com os métodos da pedagogia atualizada. Faleceu em Natal a 26 de fevereiro de 1959

domingo, 20 de dezembro de 2009

ADERSON DUTRA DE ALMEIDA


Natural de Patu-RN, nascido a 17 de maio de 1911, filho de Francisco Dutra de Almeida e Maria Margilia Dutra. Formado em medicina pela Universidade do Rio de Janeiro em 2 de fevereiro de 1939. Sua primeira atuação como médico foi na cidade de São Pedro do Itabacoano-ES, até 1937. Depois, em 1938, foi transferido para sua terra natal. Em 24 de novembro de 1938, foi nomeado pelo prefeito Rafael Godeiro para integrar o Conselho de Geografia e Estatística do Município de Patu. Em 1942 foi nomeado prefeito. Em 1946, candidatou-se deputado estadual pela legenda do PSD, juntamente com o candidato eleito a Governador José Varela. Em 1950 candidatou-se a deputado federal, tendo ficado na primeira suplência, assumindo em quatro períodos, sendo que a primeira foi no dia 8 de junho de 1953, na vaga de Aluízio Alves. Em 1952 elegeu-se prefeito da cidade Em 1962 elegeu-se deputado estadual reelegendo-se em 1966. Criou os municípios de Rafael Godeiro e Viçosa. É patrono de hospital em Patu e de Rua na cidade de Mossoró.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

RENATO CALDAS


Nasceu em Assu no dia 8 de outubro de 1902, na antiga "Rua das Flores", hoje denominada Prefeito Manoel Pessoa Montenegro. A residência onde nasceu ainda existe e, nela, residem os familiares de dona Iracema Borges. Iniciou os estudos em 1908 na Escola Municipal Luiza de França, em seguida ingressando na Escola Estadual Tenente-Coronel José Correia, no ano de 1911. Foi neste tempo que leu e decorou a íntegra do terceiro livro do escritor e poeta Felisberto de Carvalho, que despertou sua veia poética. Seu primeiro emprego foi na função de tipógrafo, em 1920. Depois trabalhou como mensageiro nos Correios e Telégrafos.
Enveredou na atividade jornalística colaborando em publicações tais como "O Beija-Flor" e "O Gato". No ano de 1939 contraiu matrimônio com sua primeira e única companheira, Fausta da Fonseca Nobre, após um prolongado noivado de 12 anos, com quem ficou até a morte. Durante a época da II Guerra Mundial trabalhou no campo de Parnamirim, depois no Instituto do Sal, DNOCS e DER. Renato Caldas faleceu em sua terra natal no dia 26 de outubro de 1991.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ANTONIO RODRIGUES DE CARVALHO - EX-PREFEITO DE MOSSORÓ

Nasceu no sítio Capim Grosso, no atual município de Upanema, em 13 de junho de 1927, dia em que o bando de Lampião invadiu Mossoró. Devido a um erro, ele foi registrado como se tivesse vindo ao mundo em 13 de janeiro do mesmo ano. Seus pais eram o trabalhador braçal Luís Rodrigues de Carvalho e a lavadeira Cosma Martiniano de Carvalho.

O menino que viria a ser prefeito de Mossoró em dois mandatos chegou à cidade aos 7 anos, em 1934, trazido no lombo de um burro por tropeiros a pedido de duas irmãs que trabalhavam na cidade como empregadas domésticas.

O ex-prefeito cursou o primário em escolas públicas. Ao chegar ao antigo ginásio, ele se viu em dificuldades porque na década de 1930 apenas o Colégio Diocesano Santa Luzia oferecia o curso. Próximo ao então vereador Manoel João, Antonio Rodrigues de Carvalho mandou uma carta ao então governador Rafael Fernandes que conseguiu uma bolsa de estudo para ele. Ao concluir mais essa fase nos estudos, Antonio Rodrigues de Carvalho teve que se mudar para Natal para cursar o científico. Ele morou na Casa do Estudante e estudou no Ateneu, onde também foi professor.

Morador da Casa do Estudante, Antonio Rodrigues entrou para o movimento estudantil integrando a Associação Potiguar dos Estudantes. Logo sua boa oratória lhe fez chegar à política. Convidado para completar uma chapa para deputado estadual, ele chegou à Assembleia Legislativa aos 21 anos de idade.

Ao longo do primeiro mandato foi preciso conciliar os trabalhos legislativos com o curso de Direito em Maceió (o Rio Grande do Norte não oferecia estudos jurídicos na década de 1940) e as aulas no Ateneu.

O passo seguinte na carreira política foi chegar à Prefeitura de Mossoró. Ele sucedeu Jerônimo Vingt Rosado Maia (13/01/1918 – 02/02/1995), eleito em 5 de janeiro de 1958, pela legenda do PTB, tomando posse a 31 de março do mesmo ano, se tornando o mais jovem prefeito da segunda cidade do Rio Grande do Norte, aos 31 anos. Seu companheiro de administração foi o senhor JOAQUIM DA SILVEIRA BORGES FILHO (06/08/1908 – 21/05/1969). Após concluir o mandato, marcada pela vinda da fábrica de cimento, ele foi eleito deputado estadual pela quarta e última vez em 15 de novembro de 1966. Da Assembleia Legislativa, ele partiu para a maior proeza de sua carreira política: ser, em 1968, o último prefeito de Mossoró eleito sem o apoio da família Rosado.

Eram tempos do Regime Militar. Sem eleição direta para a escolha de governadores e prefeitos de capitais, a escolha do prefeito de Mossoró era o pleito mais importante do Rio Grande do Norte.

No pleito de 15 de novembro de 1968, de um lado estava Jerônimo Vingt-un Rosado Maia e do outro Antonio Rodrigues de Carvalho na mais emocionante e equilibrada eleição já vista em Mossoró. A disputa ficou conhecida como o embate do "Touro" (Vingt-un) e do "Capim"(Antonio) que venceu por 98 votos.Tomou posse em 31 de janeiro de 1968.Ao encerrar o mandato em 31 de janeiro de 1973, quando deu lugar aJerônimo Dix-huit Rosado Maia (21/05/1912 – 23/10/1996), Antonio Rodrigues largou a política para realizar o seu grande sonho: se formar em medicina. Aprovado no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ele se tornou médico no final dos anos 1970 e seguiu atuando como clínico geral até o seu falecimento.O ex-prefeito de Mossoró deixou dois filhos, três netos e a viúva Maria Augusta Filgueira.

ANTONIO RODRIGUES Morreu no dia 3 de dezembro de 2009, em Natal, vítima de problemas pulmonares e renais, o ex-prefeito de Mossoró Antonio Rodrigues de Carvalho. O sepultamento foi realizado no Cemitério Morada da Paz.Ele foi levado à capital do Estado para ser internado há mais de um mês, passando pelos hospitais São Lucas e do Coração

FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE (17/10/1872, EDIÇÃO DO DIA 04/12/2009 E O LIVRO LEGISLATIVO E EXECUTIVO DE MOSSORÓ, NUMA VIAGEM MAIS DO QUE CENTENÁRIO, DE RAIMUNDO SOARES DE BRITO, COLEÇÃO MOSSOROENSE - 1985

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

MARIA AGLAIR ABREU


Natural de Mossoró, nascida a 22 de julho de 1960. É uma da mais completa profissional da área de comunicação do RN, Maria Aglair de Abreu. Formada em Comunicação Social pela UFRN. Aglair começou na comunicação em 1993, exatamente há 29 anos (2009). Durante esse tempo, vem acumulando experiência em todos os veículos de comunicação de Mossoró até chegar a Brasília, como assessora de imprensa da senadora Rosalba Ciarline. A jornalista já deixou sua marca nos jornais impressos Gazeta do Oeste, O Mososroense, Diário de Natal e Tribuna do Norte. Trabalhou ainda como repórter das tevês Cabugi e Tropical, além de atuar no rádio. Aglair passou pelas rádios Difusora, Libertadora, tendo atuado também como produtora e apresentadora do programa Canal Aberto, veiculado pela FM Santa Clara. Além do trabalho direcionado aos veículos de comunicação. Ela também atuou como assessora de comunicação da UFRN. Exerceu na terceira administração de Rosalba Ciarline a função de Secretária de Comunicação da prefeitura Municipal de Mossoró

FRANCISCO AZEVEDO DE AMORIM CUNHA,

Natural de Assu, nascido a 20 de fevereiro de 1927, filho de Francesco de Azevedo Cunha e de Maria Daria de Amorim Cunha. Fez os seus primeiros estudos no Colégio Nossa Senhora das Vitórias, matriculando-se a 3 de janeiro de 1835. Ginasial: Instituto Porto Carreiro (1ª Série) e Colégio Pedro Augusto, do 2º Ginasial ao 3º colegial em Recife. Ingressando n Faculdade de Direito na UFPE, recebendo seu diploma de Bacharel em 1957. Como estudante dedicou-se ao jornalismo, escrevendo no Jornal do Comércio (Suplemento literário), Diário da Noite, Folha da Manhã, Jornal Pequeno e Diário de Pernambuco, todos impressos em Recife. Colaborou também, em última Hora, editado no Rio de Janeiro e na Revista Cruzeiro, a principal do país, editada em Porto Alegre e em Manchete. Em 1964 transferiu-se para a propaganda, indo trabalhar na Mc Cann Erikson Publicidade, como redator, acumulando essa função com a de gerente de Contas. Depois de seis anos na Mc Cann Erickson foi exercer o cargo de redator, gerente de contas, coordenador nacional dos escritórios e Chefe do Departamento de Relações Públicas na Denison Propaganda onde . Casou-se com a pernambucana Luiza Freire da Cunha, pintora premiada no salão Nacional de Arte Moderna, com duas três Maria Daria, Verônica e Maria Paula

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